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Refactoring de Banco de Dados com Liquibase: Parte 2 Liquibase e Maven 2

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No post anterior comentei sobre a importância das práticas da engenharia como refactoring e versionamento aplicados ao Banco de Dados. Neste post vou mostrar como usar o Liquibase na prática com Apache Maven 2. A utilização em conjunto com Maven 2 é muito produtiva por dois fatores, o primeiro é que você pode criar um projeto Java no eclipse e utilizar o seu plugin de SCM sendo do CVS ou Subversion para versionar o projeto. O Segundo motivo é você pode colocar este projeto no seu servidor de build continuo e tendo assim as mudanças do desenvolvimento e banco acontecendo de forma igual e no mesmo momento. A Estrutura básica do Projeto Você poderia estruturar o projeto de várias formas, no site do liquibase existem algumas boas práticas de como estruturas os conjuntos de mudanças. Vamos a estrutura do projeto que criei: src/main/resources/ changelogs src/main/resources/ database-conf src/main/resources/ sql src/main/resources/ start-script pom.xml No arquivo pom.xml que f...

Refactoring de Banco de Dados com Liquibase: Parte 1 Conceitutal

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Faz tempo que o banco de dados deixou de ser um mero repositório. Hoje em dia os bancos de dados tem muito mais do que um mero repositório. Muitas aplicações tem diversos pontos em banco de dados, quando a maior parte de aplicação já não esta no banco. Quando olhamos para o desenvolvimento de software nos dias de hoje podemos perceber a utilização de diversas práticas e métodos da engenharia como Integração Continua, Sandboxes, Testes, Versionamento, Refactoring e muito mais. Mas e o banco de dados? Na maioria das vezes não utiliza estas práticas. A não utilização das práticas de desenvolvimento junto ao banco de dados tem motivos, dentre eles saliente a própria questão cultural. Em muitas empresas a equipe é dividia em desenvolvimento e banco de dados, logo que mexe com Java, .NET, Delphi ou qualquer linguagem por exemplo não é do mesmo grupo das pessoas que lidam com o banco. Outro fator é o paradigma, muitas vezes as equipes responsáveis pelo banco de dados estão atreladas a um pa...

Uma visão diferente sobre o papel do BDA

Hoje no Brasil posso dizer que estamos transcendendo já aos poucos a faze da orientação a Dados. Não que isso seja necessariamente uma coisa ruim. Para certas situações o bom e velho ORACLE Designer e conjunto com o ORACLE FORMS produzem uma solução viável. Mas o ponto que eu quero chegar com isso é que nos estávamos em um paradigma orientado a dados. Não digo por si só um paradigma orientado a dados mas estruturado também. Não tenho como objetivo neste post falar sobre OO . Mas sim falar em paradigmas. Utilizar uma linguagem como Java ou C# não deixa o sistema OO por si só. Utilizar classes ou até mesmo interfaces também não deixam o seu sistema OO? O que deixa um sistema OO? É a maneira que você pensa. É como você faz o Design da coisa toda . Uma coisa que me marca muito é que uma prova cabal sobre a transadencia da faze de dados a uma outra faze é a questão do banco de dados. Muitas vezes é lá que o bixo pega. Muitos sistemas quando são colocados em produção geram diversos proble...